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Secretaria do Planejamento do Estado do Piauí
Floriano e Oeiras aumentaram o risco epidemiológico
15/09/2020 - 13:33  
  
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No Mapa Epidemiológico do dia 13 de setembro, as regiões de Parnaíba, Piripiri e Teresina mantiveram o mesmo risco médio-baixo da semana anterior, com baixa propagação da doença e mantendo a ocupação dos leitos. A região de Floriano aumentou o risco de médio para alto, devido a um aumento no número de óbitos e permanecendo a alta ocupação dos leitos e a região de Oeiras também aumentou de médio par alto, devido ao aumento no número de internações.  

De acordo com o médio intesivista e membro do COE-PI, Bruno Ribeiro, a região de Bom Jesus, que na semana passada estava com alto risco, reduziu esta semana. “A região de Picos manteve o risco médio-baixo da semana anterior. São Raimundo Nonato manteve o risco baixo e Bom Jesus reduziu o risco de alto para médio devido a uma queda no número de casos e no número de internações”, explicou. 

Mapa Epidemiológico de 13.09.2020



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 A região de Parnaíba mantém o risco epidemiológico médio-baixo há três semanas, explicado pela baixa propagação da doença e taxa constante de ocupação dos leitos COVID. Parnaíba é o município com maior incidência, enquanto Cajueiro da Praia apresenta a maior taxa de mortalidade da região. 

O risco epidemiológico da região de Piripiri manteve-se como médio-baixo, devido à baixa propagação na região, aliada a uma ocupação média dos leitos. Luzilândia é o município com maior incidência e São José do Divino com a maior taxa de mortalidade. 

Teresina e região vêm mantendo o risco epidemiológico médio-baixo há seis semanas, devido à sustentação da baixa propagação da doença e taxa constante de ocupação dos leitos. Hugo Napoleão é o município com a maior incidência e Água Branca tem a maior taxa de mortalidade. 

A região de Floriano teve o risco epidemiológico elevado de médio para alto, devido à manutenção do número de casos novos e internações, com um aumento do número de óbitos em relação à semana anterior. Além disso, a região apresenta elevada ocupação dos leitos clínicos e de UTI COVID. O município de Canavieira, que era o último restante no estado ainda sem casos notificados de COVID-19, passou a apresentar casos confirmados a partir deste levantamento. Com isso, a COVID-19 atingiu a totalidade dos municípios do estado do Piauí. Baixa Grande do Ribeiro tem a maior incidência, enquanto Uruçuí apresenta a maior taxa de mortalidade da região. 

Oeiras teve o risco epidemiológico elevado de médio para alto, explicado pelo aumento do número de internações e taxa de ocupação dos leitos COVID na região. O município polo de Oeiras apresenta a maior incidência de COVID-19 na região, enquanto Floresta do Piauí tem a maior taxa de mortalidade. 

Houve manutenção do risco epidemiológico médio-baixo na região de Picos, principalmente devido à diminuição do número de casos novos e óbitos na última semana. O município de Santa Cruz do Piauí apresenta a maior incidência da região, bem como a maior taxa de mortalidade. 

São Raimundo Nonato e região mantiveram o risco epidemiológico baixo da semana anterior, devido à baixa propagação da doença associada à boa disponibilidade de leitos. Lagoa do Barro do Piauí é o município com maior incidência da região, enquanto Várzea Branca apresenta a maior taxa de mortalidade. ghjhg

A região de Bom Jesus teve o risco epidemiológico reduzido de alto para médio, devido à diminuição do número de casos e internações na última semana. O município polo de Bom Jesus apresenta a maior incidência da região, enquanto São Gonçalo do Gurguéia tem a maior taxa de mortalidade. 

O estado do Piauí foi dividido em oito regiões assistenciais voltadas para a COVID-19, cada uma possuindo sua respectiva cidade polo. O risco epidemiológico relacionado ao relaxamento das medidas de isolamento social no estado do Piauí vem sendo avaliado desde 1 de junho de 2020 pelo Comitê PRO-Piauí, utilizando para isso uma matriz de risco baseada na propagação da doença COVID-19 versus a capacidade de atendimento dos diferentes territórios. O índice de propagação da doença é calculado a partir do número de casos novos da doença registrados por semana, número de internações e óbitos no mesmo período, enquanto o índice que avalia a capacidade de atendimento é obtido a partir da porcentagem de leitos de UTI e enfermaria disponíveis para atender portadores da COVID-19, bem como da proporção de leitos com respiradores por 100 mil habitantes em cada região assistencial. 


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