
A mais recente divulgação do Novo Caged confirma que o Piauí manteve, em julho de 2025, a trajetória de crescimento do emprego formal, alcançando 377.667 vínculos ativos – o maior patamar da série histórica. O saldo positivo de 2.985 novos postos de trabalho resultou de 14.585 admissões contra 11.600 desligamentos, representando uma variação de 0,80% em relação ao mês anterior. Esse avanço foi impulsionado especialmente pelos setores de serviços, construção e indústria geral, evidenciando o dinamismo da economia local. O desempenho coloca o estado em 1º lugar no Nordeste em variação relativa de empregos, superando tanto a média regional (0,48%) quanto o resultado nacional (0,27%).
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Boletim Focus: analista reduzem expectativa de inflação pela 13ª semana seguida
Os analistas do mercado financeiro reduziram, pela 13ª semana consecutiva, a estimativa de inflação para 2025, que passou de 4,95% para 4,86%, ainda acima do teto da meta de 4,5%. As projeções para os anos seguintes também recuaram: para 2026, de 4,40% para 4,33%; para 2027, de 4% para 3,97%; e para 2028, mantida em 3,80%. Segundo os analistas, o tarifaço imposto pelos EUA a produtos brasileiros tem ajudado a conter
a atividade econômica, pressionando a inflação para baixo. Desde 2025, o Brasil opera com o sistema de meta contínua de inflação, cujo centro é 3%, considerado cumprido se ficar entre 1,5% e 4,5%. Por esse modelo, o Banco Central ajusta a Selic com base em projeções futuras, visando manter a inflação dentro da meta — o que não ocorreu até junho, quando foi necessário enviar uma carta pública explicando o descumprimento.
Além da inflação, o Boletim Focus também indicou leve queda nas projeções para o crescimento do PIB: de 2,21% para 2,18% em 2025, e de 1,87% para 1,86% em 2026. A taxa básica de juros (Selic) foi mantida nas projeções: 15% ao ano em 2025, 12,50% em 2026 e 10,50% em 2027. A persistência da inflação acima do teto da meta preocupa, pois afeta diretamente o poder de compra da população, especialmente os mais pobres, cujos salários não acompanham a alta dos preços.
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Comércio Exterior Brasileiro: Exportações Brasileiras Crescem em Agosto/2025 e Impulsionam Comércio Exterior
Até a 4ª semana de agosto, o Brasil registrou expansão expressiva nas exportações, resultado do desempenho positivo de todos os setores da economia. A Agropecuária cresceu 13,5%, alcançando US$ 5,08 bilhões; a Indústria Extrativa avançou 13,7%, totalizando US$ 5,39 bilhões; e a Indústria de Transformação apresentou alta de 5,5%, somando US$ 12,21 bilhões.
O crescimento foi puxado principalmente pelo aumento nas vendas externas de milho não moído (18,9%), produtos hortícolas frescos ou refrigerados (34,3%) e soja (18,6%) no setor agropecuário. Já na Indústria Extrativa, os destaques foram minério de ferro (2,5%), outros minérios de metais de base (67,9%) e petróleo bruto (25,5%). Na Indústria de Transformação, sobressaíram as exportações de carne bovina (70,1%), máquinas e equipamentos como bombas e compressores (432,8%) e veículos automóveis de passageiros (52,6%). Esses resultados reforçam a relevância da pauta exportadora brasileira e o papel dos diferentes setores no fortalecimento do comércio exterior em agosto de 2025.
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IPCA 15: indicador registra queda nos preços para o mês de agosto, ao registrar primeira deflação em dois anos
O IPCA-15, prévia da inflação oficial do Brasil, registrou deflação de 0,14% em agosto de 2025, a primeira queda desde julho de 2023 e a mais intensa desde setembro de 2022. A principal causa foi a redução de 4,93% na energia elétrica residencial, devido ao Bônus de Itaipu, mesmo com a aplicação da bandeira tarifária vermelha patamar 2. A inflação acumulada em 12 meses ficou em 4,95%, acima da expectativa do mercado, que projetava uma retração entre 0,19% e 0,22%. Quatro dos nove grupos pesquisados pelo IBGE tiveram queda, com destaque para Habitação (-1,13%), Alimentação e bebidas (-0,53%), Transportes (-0,47%) e Comunicação (-0,17%).
A alimentação no domicílio puxou a queda em alimentos, com recuos expressivos em produtos como manga (-20,99%), batata-inglesa (-18,77%), cebola (-13,83%), arroz (-3,12%), carne (-0,94%) e tomate (-7,71%). Em Transportes, a retração foi influenciada pela queda nas passagens aéreas (-2,59%), gasolina (-1,14%) e veículos novos (-1,32%). Por outro lado, Despesas pessoais tiveram a maior alta (+1,09%), impulsionadas pelo reajuste de 11,45% nos jogos de azar. Educação subiu 0,78%, com destaque para o ensino superior (+1,24%), enquanto Saúde e cuidados pessoais avançaram 0,64%, refletindo aumentos em produtos de higiene e planos de saúde após reajustes autorizados pela ANS.
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Agenda Econômica para a próxima semana: 01 a 05 setembro
01/09/2025 (segunda-feira):
- Banco Central – Boletim Focus
- Balança comercial – MDIC
02/09/2025 (terça-feira)
- Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15– IBGE
- IPC-S Capitais – 4ª quadrissemana – Agosto/2025
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